Força Tática da Polícia Militar deteve um homem na manhã desta segunda-feira (22) após denúncias de que ele estaria intimidando transeuntes e frequentadores de bares na região central de Cáceres, supostamente portando uma arma de fogo na cintura.
As informações foram repassadas pelo CIOSP, indicando inicialmente que um indivíduo trajando camisa cinza e boné preto estaria nas proximidades do Mercado Toledo, causando temor entre populares. Equipes realizaram rondas na região, porém, em um primeiro momento, o suspeito não foi localizado.
Pouco tempo depois, uma nova solicitação apontou que o mesmo indivíduo estaria sentado em um bar nas proximidades da Rua Joaquim Murtinho, próximo ao Bar e Distribuidora Mercês, novamente gerando preocupação por aparentar portar uma arma na cintura.
De posse das informações, a equipe da Força Tática deslocou-se até o local indicado, onde conseguiu identificar o suspeito com as características repassadas. Durante a abordagem policial e busca pessoal, foi localizado em sua cintura um simulacro de arma de fogo, sem a ponteira laranja — item obrigatório que diferencia réplicas de armas reais.
Durante o procedimento de algemamento, o suspeito ofereceu resistência ativa, tentando se desvencilhar da equipe policial, sendo necessário o uso de força moderada para contê-lo. No momento da contenção, ele acabou se desequilibrando e batendo a cabeça contra a parede, sofrendo um ferimento com sangramento.
Após ser contido, o homem relatou aos policiais que havia se separado recentemente e que, após ingerir bebida alcoólica e fazer uso de entorpecente, decidiu sair para intimidar três indivíduos que, segundo ele, estariam mantendo um relacionamento com sua ex-companheira.
Diante dos fatos, o suspeito foi encaminhado por equipe policial até uma unidade de saúde para atendimento médico e, posteriormente, conduzido ao CISC, juntamente com o simulacro apreendido, para as providências cabíveis. O boletim de ocorrência foi confeccionado e encaminhado à Delegacia de Polícia de Cáceres.
A Polícia Militar ressalta que o uso de simulacros sem identificação visual pode causar fundado temor à população e representar risco à ordem pública, uma vez que pode ser facilmente confundido com uma arma de fogo real.










