A mulher relatou que a criança saiu da unidade aparentando sonolência incomum. O boletim registra a suspeita da mãe, mas não apresenta confirmação de que qualquer medicamento tenha sido administrado pela escola.
A mãe de uma criança procurou a Polícia Civil de Sorriso após desconfiar que o filho pudesse ter recebido medicação durante o período em que estava em uma escola municipal.
O caso foi registrado como maus-tratos, mas o próprio boletim apresenta, neste momento, o relato e a suspeita da responsável.
Segundo a mãe, havia aproximadamente um mês o filho passou a demonstrar resistência em frequentar a escola. Ela relatou que a criança chegava até a unidade, mas se recusava a entrar.
A mulher informou à polícia que o filho possui transtorno do espectro autista, necessita de suporte e não utiliza comunicação verbal.
No dia 27 de julho, ao buscar a criança, a mãe afirmou ter percebido um comportamento diferente, descrevendo o filho como aparentemente sonolento. Segundo ela, poucos minutos depois de entrar no carro, ele adormeceu e permaneceu dormindo por aproximadamente uma hora e meia.
A responsável afirmou que a medicação utilizada pela criança é administrada em casa, no período noturno, e que não envia o medicamento na mochila escolar.
Ela também relatou ter solicitado anteriormente acompanhamento individualizado, acesso às imagens das câmeras da escola e possibilidade de observar as aulas à distância.
A mãe entregou à polícia imagens, laudos e documentos médicos.
O boletim não apresenta comprovação de que algum medicamento tenha sido administrado na escola nem traz a versão da instituição sobre a denúncia. O caso deverá ser apurado pelas autoridades competentes.










