A prisão ocorreu no Sheraton São Paulo WTC Hotel, um dos hotéis mais sofisticados da capital paulista. Segundo apuração, o empresário tentou se movimentar rapidamente dentro do hotel, chegando a trocar de camisa e se preparar para deixar o local, mas outras equipes já cercavam o espaço, impedindo qualquer tentativa de fuga.
Na manhã de quinta-feira (27), a Polícia Civil deflagrou a mais recente fase da Operação Ignis Justiça, que cumpriu oito mandados de busca e apreensão e três mandados de prisão preventiva contra integrantes de um grupo suspeito de adulterar medidores, fraudar consumo de energia e causar prejuízos milionários à concessionária.
Durante a operação, o empresário não foi encontrado em suas residências e empresas em Lucas do Rio Verde — justamente porque já estava hospedado em São Paulo, onde acabou preso GARRA.
Fontes confirmam que o empresário já havia sido preso em outra fase da investigação, mas voltou a ser alvo da polícia após novas perícias confirmarem irregularidades mais amplas, indicando a continuidade das práticas criminosas.
Detido sem algemas, o empresário foi levado para a 27ª Delegacia de Polícia de São Paulo, em Campo Belo, onde deve passar por novos procedimentos legais antes de ser transferido para Mato Grosso.
A Polícia Civil de Mato Grosso segue analisando documentos, equipamentos eletrônicos e registros financeiros apreendidos na operação, que podem revelar a participação de outros envolvidos e a dimensão total do prejuízo causado à concessionária.









